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Buracos negros que mataram as maiores galáxias

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A imensidão de uma galáxia é muito grande, muitas descobertas têm sido feitas graças às grandes tecnologias que hoje já estão disponíveis, tais como telescópios extremamente potentes e que auxiliam os pesquisadores a concluir estudos que revelam alguns dados impressionantes!

Foi estudado por cientistas através de observações feitas em telescópios como o Apex e VLT, do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), e do Spitzer, da Nasa, com a finalidade de observar algumas galáxias distantes  localizadas a cerca de 10 bilhões de anos,  luz que formam grupos e aglomerados e produziam estrelas mais intensamente, fenômeno denominado de formação estelar explosiva. Ao redor desses aglomerados, se forma um halo de matéria escura. Ao estudá-lo, levando em consideração como eles crescem com o tempo, os pesquisadores conseguiram constatar que os mesmos acabam por formar galáxias elípticas gigantes – as de maior massa do universo atual.

Ryan Hickox, do Darthmouth College destaca que “Esta é a primeira vez que conseguimos mostrar de maneira objetiva a relação que existe entre as galáxias mais energéticas que apresentam formação estelar explosiva no universo primordial e as galáxias de maior massa presentes no universo atual”.

Mediante aos dados levantados com base nessas observações, os cientistas constataram que a formação explosiva dura 100 milhões de anos, um tempo necessário para que houvesse a duplicação do número de estrelas em galáxias.

“Sabemos que as galáxias elípticas de elevada massa pararam de produzir estrelas de modo súbito há muito tempo atrás, encontrando-se agora bastante passivas.”

O grande “x” da questão é entender o que seria forte o suficiente para desligar a formação estelar explosiva de uma galáxia inteira. Como resultados das pesquisas, deduziram que as galáxias se aglomeram de forma parecida com quasares, os mesmos podem ser encontrados em halos semelhantes de matéria escura e refletem intensa radiação alimentada por um buraco negro supermassivo em seus centros.

Mais provas não param de surgir constatando que a formação explosiva também acontece nos quasares com matérias sugadas por buracos negros. Conseqüentemente os buracos negros “limpam” o gás do quasar, o que impossibilita a formação de estrelas.

RESUMINDO

A intensa formação estelar das galáxias acabou também por ser uma faca de dois gumes ao alimentar os buracos negros nos seus centros, os quais rapidamente limpam ou destroem as nuvens de formação estelar.

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