Como trocar o silicone pelo sistema único de saúde (SUS)
O problema com as próteses de silicone da PIP e Refil estão causando grande preocupação nas consumidoras que aderiram as mesmas, sendo que há uma grande chance destas apresentarem defeitos, podendo inclusive trazer consequências e danos a saúde das usuárias.
Pensando nisso serão disponibilizados 371 hospitais públicos para que a substituição seja feita gratuitamente. O Ministério da Saúde também destaca que as que possuem as próteses devem procurar as clinicas responsáveis no primeiro momento para a colocação das mesmas para que seja realizada a substituição pelas novas. Caso não seja possível, aí sim, as usuárias deverão procurar o auxílio nas instituições publicas.
O SUS cobrirá essas cirurgias não havendo necessidade de gastos. Além disso, os médicos também destacaram que fora a chance de rompimento, as próteses podem aumentar as chances de desenvolvimento de câncer. A estimativa prevê que mais ou menos 30.000 mulheres francesas colocaram as próteses fabricadas pela Poly Implants Protheses, sem contar a aplicação em outros países da Europa e América Latina.
Se você implantou alguma dessas próteses não se esqueça de procurar a clinica que realizou o serviço primeiramente, como já destacamos, e se for o caso procure os postos de saúde da sua cidade para coletar maiores informações sobre o assunto.
Para facilitar a sua pesquisa, nós fizemos a relação de postos que farão a substituição através de uma lista em formato PDF onde consta a relação completa das instituições em que farão a avaliação para certificar-se de que há ou não a necessidade da troca e posteriormente a cirurgia.
Não sei a marca do meu silicone, e agora?
Se você não sabe a marca do seu silicone então a recomendação é procurar, também a clinica que fez a implantação para obter essa informação. Caso o profissional não possa ser localizado procure a instituição onde foi realizada a cirurgia e os dados do seu prontuário médico.
Como serão feitos os exames?
Os exames para identificar os “sintomas” de ruptura serão feitos através da avaliação física, exames de imagem, e ultrassonografia, a ressonância magnética também poderá ser utilizada.
Uma nova avaliação será feita nas pacientes em tres meses após a cirurgia de substituição.