Estudo descobre como proteína protege organismo contra HIV
A AIDS é uma grande epidemia mundial. Essa doença, que assusta principalmente pelo fato de não poder ser curada, e além disso ser de fácil transmissão, seja por sangue contaminado ou relação sexual, está muito longe de ser controlada. Todos os dias, o crescimento de casos de AIDS aumentam assustadoramente em todo o planeta. No Brasil, quem sofre por ter contraído o vírus do HIV tem uma vida considerada tranqüila, visto que por aqui, as medicações são distribuídas gratuitamente, além disso, quem é soro positivo já não está determinado a morrer rapidamente. Tomando os remédios da maneira correta, e seguindo todas as recomendações do medico, os portadores do HIV podem viver tão bem quando quem não possui a doença.
A ciência mundial tenta todos os dias encontrar meios de curar os pacientes soro positivo. Porém o caminho percorrido não vem demonstrando muitos resultados nesse quesito, porém um recente estudo divulgado por pesquisadores e cientistas americanos pode pelo menos vir a impedir que novos casos da doença surjam. Esses cientistas conseguiram identificar e isolar uma substancia presentes em nosso sistema de defesa que é capas de proteger o organismo contra os ataques das células do vírus do HIV. A substância chamada SAMHD1 conseguem resistir aos constantes ataques do vírus da AIDS e, assim sendo, os pesquisadores vão continuar a pesquisa, para que possam com isso, desenvolverem algum tipo de vacina. Caso isso ocorra o HIV pode estar condenado a desaparecer, já que ao imunizar a maior quantidade de pessoas no mundo, o vírus ficará sem ter como ser transmitido. Se toda a população mundial que não tem AIDS fosse vacinada hoje, a doença poderia desaparecer entre 50 e 100 anos.
Quando um organismo é contaminado pelo HIV pode se levar entre seis meses a três anos para que o infectado passe a apresentar os sintomas da doença. A AIDS afeta principalmente o sistema imunológico, por essa razão, pacientes aidéticos desenvolvem aftas, herpes, o famoso “sapinho”, além de gripes e resfriados constantes. Por estarem com o sistema de defesa do corpo enfraquecido, é comum que quem foi infectado pelo HIV acabe desenvolvendo graves casos de pneumonias, entre outras infecções, que podem inclusive levar a morte. A AIDS em si não mata, porém ela abre caminho para que outras doenças se desenvolvam em uma velocidade muito rápida, e com isso, quem não faz o tratamento adequado pode morrer em pouco tempo.
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